O BOM JULGADOR POR SI JULGA…

domingo, 5 de fevereiro de 2012
Tem circulado por aí, sobretudo na imprensa digital, uma série de notícias e informações que deixa qualquer cidadão, no mínimo, preocupado e intrigado, interrogando-se sobre a inimputabilidade de certas personalidades da nossa classe política. Algumas dessas notícias e informação dizem respeito ao nosso primeiro-ministro.

Mas chegamos a um ponto em que sempre que o Primeiro-ministro abre a boca, a pergunta que se nos depara é: “Qual é a última?

E a última não lembra ao diabo, tão-pouco a um eventual radical “antipatriota” da oposição e muitíssimo menos a um governante. Dizer que o povo que ele governa, que o elegeu, é um povo naturalmente violento leva-nos a interrogar sobre o seu estado de Saúde e se ele se encontra em condições de conduzir os destinos do País que nele depositou confiança. E não se trata de saber se o conteúdo das suas afirmações corresponde, ou não, à realidade. Esse conteúdo é, de per se, indigno e insultuoso sobretudo vindo de quem vem. E tantas vezes fez já tiradas do género que não se pode considerar como uma isolada “frase infeliz”.

Diz um ditado: “Não se apanham moscas com vinagre”. Pois, ele acaba de o tentar fazer em relação ao turismo que tanto peso tem na nossa economia. Desenhou o PM, com as suas palavras, um macabro cartão de visita para o País, bastante atractivo para bandidos e malfeitores sedentos de dar vazão aos seus mais íntimos ímpetos de violência.

Mas estamos todos certos que, apesar de tudo gravado, amanhã, desdirá tudo, ou alguém por ele, acrescentando que foi mal compreendido e que as suas palavras foram descontextualizadas e desvirtuadas. Ele já nos habituou às suas constantes tergiversações e às sinuosidades do seu discurso político.

Se cada povo tem os governantes que merece, como sói dizer-se, olhando para si próprio, talvez ele tenha toda a razão.

A. Ferreira

1 comentários:

ilhasdebruma disse...
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