Ainda Existem bons exemplos vindos de África...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Mãos amigas enviaram-me o texto que se segue. Eu que sou uma afro-céptica assumida, nos tempos que correm. Com exemplos destes e a ser verdade - pesem embora os exageros – faz renascer alguma esperança neste Continente, com países tão mal tratados pelos seus próprios dirigentes.

 

 

Os cortes inacreditáveis desde que é Presidente da Tanzânia já fazem eco.

É o recém-eleito Presidente da Tanzânia e já ficou na memória das pessoas. Também conhecido por Bulldozer pelas mudanças radicais que implementou, John Magufuli tem 56 anos e assumiu a liderança do país a 5 de Novembro de 2015.

Os cortes inacreditáveis desde que é Presidente da Tanzânia já fazem eco:
Pela primeira vez em 54 anos, a Tanzânia não vai celebrar oficialmente o dia da Independência, 9 de Dezembro, porque Magufuli defende ser “vergonhoso” gastar rios de dinheiro nas celebrações quando “o nosso povo está a morrer de cólera” – nos últimos três meses morreram pelo menos 60 pessoas vítimas de cólera
Não há mais viagens para fora, as embaixadas deverão tratar dos assuntos no exterior. Se for necessário viajar, uma permissão especial deverá ser dada pelo Presidente ou pelo seu Chefe de Gabinete

​Acabaram-se as viagens em 1ª classe e executiva– com excepção do Presidente, o Vice-Presidente e o Primeiro ministro.
Acabaram-se os workshops e seminários em hotéis caros, quando há tantas salas de ministérios vazias.

​O Presidente Magufuli perguntou por que motivo os engenheiros recebem V8s (modelo de carro topo de gama) se as carrinhas são mais práticas para o seu trabalho
Acabaram-se os subsídios. Por que motivo são pagos subsídios se vocês recebem salários; aplicável também aos parlamentares
Todos os indivíduos ou empresas que tenham comprado empresas do Estado, que foram privatizadas, mas não fizeram nada com elas (passados 20 anos) ou as fazem recuperar imediatamente ou devem devolver ao governo
John Magufuli cortou o orçamento da inauguração do novo Parlamento de 100 mil dólares para 7 mil dólares.
Já que teimamos em não ouvir os sinais dos tempos, não resisto e pergunto:

​​

Amigo John, que tal um saltinho a  alguns outros países do seu Continente e

 

sugerir o mesmo aos seus ilustres homólogos?

 

 

 

 

 

 

1 comentários:

Adriano Lima disse...

Um magnífico exemplo para a África, que a ONU devia impor a todos o seus países. Mesmo em Cabo Verde se devem tirar algumas ilações a respeito desta conduta.

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